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Opinião

Qual a melhor maneira de ir para o trabalho?

São cada vez mais as pessoas que preferem deslocar-se até ao trabalho de bicicleta. Uma delas é o nosso colaborador Ricardo, que nos conta neste artigo porque gosta tanto deste meio de transporte.

08 junho, 2018
Qual a melhor maneira de ir para o trabalho?

Sempre tive o gosto pelas duas rodas e pela liberdade que andar de bicicleta nos dá. Há uns 5 anos atrás, no entanto, a mentalidade dos condutores de automóvel não permitia viajar de bicicleta com segurança nas estradas portuguesas. Em 2013, a introdução de novas leis que concederam direitos e proteção legal, como a obrigação de respeitar 1.5 metros de distância lateral ao ultrapassar, deu-me segurança para sair da ciclovia e dos passeios de fim de semana e experimentar utilizar a bicicleta como meio de transporte. Reunia também condições para isso, pois o trabalho ficava a 10km de distância e, em Lisboa, o tempo ajuda na maior parte do ano.

A vantagem mais óbvia é o exercicio diário incluído na rotina. Mas, na minha perspetiva, os pontos positivos são muitos mais: poupar o dinheiro do passe, não ficar parado a respirar o fumo dos outros no trânsito, aproveitar a vista da cidade (parte do meu percurso era junto ao Tejo, a caminho do Parque das Nações) e um contacto maior com as pessoas e a própria cidade. Na bicicleta, vemos e ouvimos tudo. O mal-disposto a falar alto em alta-voz no carro, a senhora idosa que diz para avançarmos na passadeira com um sorriso, as conversas que acontecem no passeio. A perspetiva é diferente. Vamos por atalhos onde um carro não passa, tanto na estrada como na mente.

Por outro lado, fazer exercício a caminho do trabalho é bom, mas também pode ser mau. Para alguém que transpire muito não dá para sair com a roupa do trabalho - Eu! Isto implica levar uma mochila com a roupa e trocar no trabalho. Hoje em dia, muitas empresas fornecem balneário onde é possivel tomar banho, mas na altura era tudo feito ... no quarto de banho dos deficientes. Existe também a questão da segurança. Eu aconselho a instalar um espelho no guiador. Em relação ao capacete, penso que é sempre bom ter um mínimo de proteção, pelo menos no início. Devido à baixa velocidade e proteção que ele oferece não penso que este deva ser obrigatório, mas cada um sabe de si. À noite não esquecer a sinalização luminosa atrás e à frente! Finalmente, a distância pode ser um fator negativo. Certos percursos casa-trabalho têm uma distância ou inclinação que tornam esta opção proibitiva, principalmente no início quando ainda se esta a ganhar condição fisica.

Na minha perspetiva, para os que a distância o permitir, os prós compensam os contras: Toca a pedalar! 

 

Por: Ricardo
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