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Opinião

SMART JAVA

O nosso colaborador Nuno começou a desenvolver em Java um pouco por acaso. Neste artigo conta-nos porque é que nunca mais deixou de trabalhar nesta tecnologia.

17 abril, 2018
SMART JAVA

O Java nasceu no início dos anos 90 como uma linguagem para televisão interactiva. Mas era muito avançada para a época, em Portugal ainda só tínhamos 2 canais.

Desde o seu início que o Java foi pensado como uma linguagem em que se programa uma vez e funciona em todo o lado. Foi a predecessora de linguagens como o .NET em que o código é compilado para uma máquina intermédia e liberta os programadores da dor de cabeça que era a gestão de memória. Embora existam algumas implementações reais da máquina de Java, o mais comum é um sistema operativo ter uma implementação virtual da máquina de Java (JVM). Foi esta última característica que fez com que o Java se tornasse tão popular logo desde o início e, com a massificação da internet, tornou-se ainda mais. É possível fazer um programa em Java utilizando Windows e este corre sem problemas num computador com Linux ou Mac.

Nas linguagens anteriores, seria sempre necessário recompilar todo o programa para a máquina onde ele é suposto correr. Com a massificação da internet veio a variedade de servidores e de workstations, pelo que o Java assentou que nem uma luva. Nos últimos anos, com o aparecimento de falhas de segurança os browsers deixaram de suportar applets de Java, e o plugin já tem o fim marcado para a versão 1.9. Mas o Java está longe de estar acabado e passou do interface com o utilizador para o backend.

Eu comecei no Java logo no início. Tinha um trabalho de fim de curso para fazer e a aplicação final tinha de correr em 2 sistemas operativos, pelo que o Java foi a escolha óbvia. Desde aí sempre que é preciso fazer alguma coisa para mais do que um sistema operativo, ou para um que não seja o Windows, uso Java. E com o aparecimento de System’s on card como o RaspberryPi (o mais conhecido) voltei a utilizar mais, quer em aplicações com interface com utilizador, quer em backend. Passando também por algumas aplicações de android, cuja API foi baseada na do Java.

Dos sistemas menos ortodoxos que já desenvolvi, utilizando Java, passam por painéis informativos e terminais de controlo de acessos. Ambos com sistema OTA (Over-the-air) para upgrade.

E é este tipo de flexibilidade que eu gosto no Java. Fazemos o executável uma vez e ele funciona em todo o lado. Desde o servidor mais potente até ao microprocessador mais pequeno, sem ser necessário recompilar, movendo só os executáveis (jar no caso do java).

 
Por: Nuno 
Smartie Java 

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